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Busca com a palavra “frio” cresce 60% em uma semana no Google

A quinta-feira foi de recordes de mínimas por todo o país. No Rio de Janeiro, os 11 graus conferiram o ranking de dia mais frio do ano. A onda de temperaturas baixas mexe com o armário e o psicológico dos brasileiros. Segundo o Google, as buscas pela palavra “frio” cresceram 60% nesta semana e a “sopa” está entre as cinco receitas mais procuradas do Brasil. Para o psiquiatra Ilton Castro, a mudança do tempo tem reflexo direto no humor do brasileiro.

“A nossa condição térmica acaba ditando preferências que proporcionam o equilíbrio com o bem-estar. Se estamos com frio, procuramos o aconchego em um chocolate quente, casacos mais grossos… muitas dessas escolhas têm relação direta com a produtividade, concentração, capacidade de levar o dia com disposição mesmo sob temperaturas tão atípicas”, destaca o psiquiatra.

Explicação que acompanha a disparada de acessos por roupas de inverno. O levantamento do Google mostra ainda que “blusa”, “conjunto”, “jaqueta” e “casaco” são os favoritos. E..

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A quinta-feira foi de recordes de mínimas por todo o país. No Rio de Janeiro, os 11 graus conferiram o ranking de dia mais frio do ano. A onda de temperaturas baixas mexe com o armário e o psicológico dos brasileiros. Segundo o Google, as buscas pela palavra “frio” cresceram 60% nesta semana e a “sopa” está entre as cinco receitas mais procuradas do Brasil. Para o psiquiatra Ilton Castro, a mudança do tempo tem reflexo direto no humor do brasileiro.

“A nossa condição térmica acaba ditando preferências que proporcionam o equilíbrio com o bem-estar. Se estamos com frio, procuramos o aconchego em um chocolate quente, casacos mais grossos… muitas dessas escolhas têm relação direta com a produtividade, concentração, capacidade de levar o dia com disposição mesmo sob temperaturas tão atípicas”, destaca o psiquiatra.

Explicação que acompanha a disparada de acessos por roupas de inverno. O levantamento do Google mostra ainda que “blusa”, “conjunto”, “jaqueta” e “casaco” são os favoritos. Em Teresópolis, cidade da Região Serrana do Rio, onde madrugada registrou 6,5 graus (INMET), a empresária Rafaela Lima Rodrigues, proprietária da Relicarioforyou, loja de venda online de roupas, também sentiu o impacto.

“Acho que ninguém esperava tanto frio. A procura por tecidos de tricot disparou. As pessoas querem se proteger das baixas temperaturas e já estrear a coleção inverno”, comentou a empresária.

Mas, mais do que acompanhar a moda, acredite, o brasileiro mostra um interesse maior ainda pela meteorologia. Nos países onde o Google atua, o Brasil é campeão nas buscas. A palavra “clima” é a mais acessada dos últimos 12 meses. Em seguida, vem “tempo". Os estados que mais pesquisaram foram São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná.

Para o psiquiatra Ilton Castro, a relação do brasileiro com o tempo possibilita inúmeras vivências, pela variedade de clima num mesmo país.

“No Estado do Rio, o morador vive o calor de um litoral e corre para saborear o frio na Serra. Estas experiências permitem desfrutar o melhor das estações. Nossas personalidades são muito influenciadas pelo tempo. Em lugares de calor, sol, a tendência é que as pessoas sejam mais abertas e receptivas. Laços sociais se fazem com mais facilidade. No frio, a tendência é pelo aconchego e mais pausas para a reflexão. A boa vivência de todas as estações contribui para um indivíduo mais equilibrado e feliz”, afirma o psiquiatra.

Ilton Castro é formado pela Faculdade de Medicina do Vale do Aço (MG). Cursou psiquiatria no Hospital Naval Marcílio Dias. Tem especialização em idosos e medicina do sono. Atua em Macaé, Rio das Ostras e todo o Brasil por atendimento online.

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Brasil

Aluguel residencial cai 0,31% em junho, após alta de 0,59% em maio, afirma FGV

Os aluguéis residenciais recuaram 0,31% em junho, depois de terem subido 0,59% em maio. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 12 meses, o índice acumulou uma alta de 8,05%.O Ivar foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.
Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de um recuo de 0,26% em maio para uma elevação de 0,86% em junho. No Rio de Janeiro, o índice saiu de alta de 1,31% para queda de 0,26% no período; em Belo Horizonte, de alta de 1,97% para redução de 4..

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Os aluguéis residenciais recuaram 0,31% em junho, depois de terem subido 0,59% em maio. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 12 meses, o índice acumulou uma alta de 8,05%.

O Ivar foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.

Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de um recuo de 0,26% em maio para uma elevação de 0,86% em junho. No Rio de Janeiro, o índice saiu de alta de 1,31% para queda de 0,26% no período; em Belo Horizonte, de alta de 1,97% para redução de 4,12%; e em Porto Alegre, de aumento de 0,87% para queda de 0,27%.

No acumulado em 12 meses, os aluguéis avançaram 8,23% em São Paulo; 6,29% em Porto Alegre; 7,89% em Belo Horizonte; e 10,43% no Rio de Janeiro.

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Brasil

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio acumulado em R$ 55 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (6) um acumulado e estimado em R$ 55 milhões.
As seis dezenas do concurso 2.498 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, na cidade de São Paulo.
O sorteio é transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (6) um acumulado e estimado em R$ 55 milhões.

As seis dezenas do concurso 2.498 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, na cidade de São Paulo.

O sorteio é transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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Brasil

Varíola dos macacos: 11 sintomas que podem passar muito despercebidos

Médicos do Reino Unido, onde foram já registrados quase 700 casos de infecção pelo vírus Monkeypox, alegam que, na atual vaga, boa parte dos doentes que procura ajuda médica apresentam sintomas diferentes dos relatados em surtos anteriores na África.

Segundo o The Sun, um estudo que monitorou 54 indivíduos infectados, em maio, afirma que a maioria das lesões na pele surgiu na região genital. Também houve casos que apresentaram febre e cansaço.

Todas os sintomáticos apresentaram algum tipo de lesão na pele. Apenas 18% não teve nenhum sintoma antes de apresentar as feridas típicas da doença.

A médica Ruth Byrne, do hospital Chelsea & Westminster, no Reino Unido, afirmou ao The Sun, que alguns doentes também têm gonorreia e clamídia, duas doenças sexualmente transmissíveis. “É possível que vários casos de Monkeypox se confundam com DSTs comuns, como herpes e sífilis. É importante que médicos e doentes estejam cientes dos sintomas para evitar que seja feito um diagnóstico errado e perca..

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Médicos do Reino Unido, onde foram já registrados quase 700 casos de infecção pelo vírus Monkeypox, alegam que, na atual vaga, boa parte dos doentes que procura ajuda médica apresentam sintomas diferentes dos relatados em surtos anteriores na África.

Segundo o The Sun, um estudo que monitorou 54 indivíduos infectados, em maio, afirma que a maioria das lesões na pele surgiu na região genital. Também houve casos que apresentaram febre e cansaço.

Todas os sintomáticos apresentaram algum tipo de lesão na pele. Apenas 18% não teve nenhum sintoma antes de apresentar as feridas típicas da doença.

A médica Ruth Byrne, do hospital Chelsea & Westminster, no Reino Unido, afirmou ao The Sun, que alguns doentes também têm gonorreia e clamídia, duas doenças sexualmente transmissíveis. "É possível que vários casos de Monkeypox se confundam com DSTs comuns, como herpes e sífilis. É importante que médicos e doentes estejam cientes dos sintomas para evitar que seja feito um diagnóstico errado e percam a oportunidade de tratar e prevenir que o vírus se espalhe ainda mais", diz.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos alertou que muitos doentes podem ter irritação nos genitais, ânus e cantos da boca. Em caso de infecção, também podem sentir dor nessas zonas do corpo, inflamação e até dificuldade para evacuar.

Com tudo isto em mente, eis 11 sintomas que, segundo o jornal Metrópoles, são os mais comuns:

  1. Febre;
  2. Dor de cabeça;
  3. Dor muscular;
  4. Dor nas costas;
  5. Calafrios;
  6. Exaustão;
  7. Suor noturno;
  8. Sintomas gripais, como congestão e pingo no nariz;
  9. Inchaço nos gânglios linfáticos;
  10. Inchaço na virilha;
  11. Erupções cutâneas.

Outras complicações:

  1. Alterações de humor;
  2. Dor severa;
  3. Conjuntivite.

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Brasil

Cancelamentos e atrasos de voos afetam aeroportos internacionais

Vários aeroportos internacionais, entre eles os de Madri, Londres, Lisboa, Paris e Washington, continuam sendo atingidos por cancelamentos e atrasos nos voos, além de problemas com bagagens.

Há milhares de malas que não chegam ao destino. O principal problema está na falta de pessoal, situação agravada pelas sucessivas greves.

Os trabalhadores exigem a contratação de mais funcionários e aumentos salariais.

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Vários aeroportos internacionais, entre eles os de Madri, Londres, Lisboa, Paris e Washington, continuam sendo atingidos por cancelamentos e atrasos nos voos, além de problemas com bagagens.

Há milhares de malas que não chegam ao destino. O principal problema está na falta de pessoal, situação agravada pelas sucessivas greves.

Os trabalhadores exigem a contratação de mais funcionários e aumentos salariais.

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Brasil

As cores de muco nasal a que deve estar atento

A produção de muco nasal é algo completamente normal, no entanto, existem certas características, como a cor, que podem ser indicadores de alergias, de infecções virais e bacterianas ou até de doenças como a sinusite.

O muco trata-se de uma substância essencial para a saúde e, segundo o grupo Lusíadas, os humanos produzem “todos os dias entre um litro e um litro e meio”.

Normalmente, o muco desce pela garganta, mas quando isto não acontece corretamente, o líquido torna-se mais espesso, muda de cor e torna-se abundante. Estas alterações provocam o chamado muco transparente e são indicadores de ataques alérgicos a substâncias como o pólen.

Já nos casos em que o muco é amarelo ou verde, a mudança de cor está associada ao trabalho dos neutrófilos, células que “são ativadas durante infeções bacterianas, mas também em situações mais benignas como as constipações”.

“Os neutrófilos produzem uma enzima de cor esverdeada e quando estão em grande número esta enzima acaba por alterar a cor d..

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A produção de muco nasal é algo completamente normal, no entanto, existem certas características, como a cor, que podem ser indicadores de alergias, de infecções virais e bacterianas ou até de doenças como a sinusite.

O muco trata-se de uma substância essencial para a saúde e, segundo o grupo Lusíadas, os humanos produzem "todos os dias entre um litro e um litro e meio".

Normalmente, o muco desce pela garganta, mas quando isto não acontece corretamente, o líquido torna-se mais espesso, muda de cor e torna-se abundante. Estas alterações provocam o chamado muco transparente e são indicadores de ataques alérgicos a substâncias como o pólen.

Já nos casos em que o muco é amarelo ou verde, a mudança de cor está associada ao trabalho dos neutrófilos, células que "são ativadas durante infeções bacterianas, mas também em situações mais benignas como as constipações".

"Os neutrófilos produzem uma enzima de cor esverdeada e quando estão em grande número esta enzima acaba por alterar a cor do muco", explica a instituição. Nestes casos, é essencial estar atento a outros sintomas como febre ou congestionamento nasal – caso se manifestem o melhor é ir ao médico.

Quando o muco é acastanhado significa que está misturado com células sanguíneas. Isto pode acontecer devido ao "constante assoar e a pressão que se faz na zona nasal, que podem causar danos nos pequeninos vasos sanguíneos que irrigam aquela região, deixando escapar um pouco de sangue que se mistura com o muco e passa de vermelho a castanho".

Em poucas quantidades, este fenômeno não é problemático, no entanto, se for algo muito regular terá que ser acompanhado por um médico.

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