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Brasil

Os acidentes de avião mais mortais da história

A notícia de que um avião de passageiros chinês com 132 pessoas a bordo caiu na província chinesa de Guangxi serve como mais um lembrete sombrio do catálogo de desastres aéreos registrados na história da aviação comercial. Infelizmente, poucas pessoas sobrevivem a um acidente de avião, tal é a força destrutiva do evento. O mundo já presenciou alguns acidentes aéreos realmente terríveis e o Brasil não está fora desta estatística.

Clique e relembre alguns dos acidentes de avião mais mortais da história.

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A notícia de que um avião de passageiros chinês com 132 pessoas a bordo caiu na província chinesa de Guangxi serve como mais um lembrete sombrio do catálogo de desastres aéreos registrados na história da aviação comercial. Infelizmente, poucas pessoas sobrevivem a um acidente de avião, tal é a força destrutiva do evento. O mundo já presenciou alguns acidentes aéreos realmente terríveis e o Brasil não está fora desta estatística.

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Bolsonaro sobre Petrobras: Lira colaborou demais para buscar soluções

Na posse da nova presidente da Caixa, Daniella Marques, o presidente Jair Bolsonaro, disse nesta terça-feira, 5, que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), “colaborou demais” na busca de soluções para o alto preço dos combustíveis praticado pela Petrobras. “A Petrobras é uma agonia. O que dá errado nós somos culpados o que dá certo é mérito deles”, atacou.Bolsonaro disse que resolveu o problema dos fertilizantes do Brasil indo à Rússia e conversando por três horas com o presidente Vladimir Putin. “A Rússia está honrando seus compromissos e nós também”, completou. “A presidente do OMC (Ngozi Okonjo Iweala) veio nos pedir para exportar mais alimentos, que não temos, porque temos no horizonte uma sombra de fome no mundo. O mundo sem o Brasil passa fome”, completou.

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Na posse da nova presidente da Caixa, Daniella Marques, o presidente Jair Bolsonaro, disse nesta terça-feira, 5, que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), "colaborou demais" na busca de soluções para o alto preço dos combustíveis praticado pela Petrobras. "A Petrobras é uma agonia. O que dá errado nós somos culpados o que dá certo é mérito deles", atacou.

Bolsonaro disse que resolveu o problema dos fertilizantes do Brasil indo à Rússia e conversando por três horas com o presidente Vladimir Putin. "A Rússia está honrando seus compromissos e nós também", completou. "A presidente do OMC (Ngozi Okonjo Iweala) veio nos pedir para exportar mais alimentos, que não temos, porque temos no horizonte uma sombra de fome no mundo. O mundo sem o Brasil passa fome", completou.

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Brasil

Confira os melhores lugares para morar após a aposentadoria

(FOLHAPRESS) – Países da América Latina como Colômbia, Equador e Uruguai estão entre os dez melhores destinos para viver após a aposentadoria, segundo o Índice Global Anual de Aposentadoria de 2022, feito pela revista norte-americana Internacional Living. O ranking é realizado há 30 anos com base em informações de centenas de colaboradores em todo o mundo, que vivem nos locais.

A lista tem 25 nações. Entre os dez primeiros nomes estão seis países da América Latina.

Veja os dez primeiros colocados:
1. Panamá
2. Costa Rica
3. México
4. Portugal
5. Equador
6. Colômbia
7. França
8. Malta
9. Espanha
10. Uruguai

Segundo a publicação, para fazer o ranking, são levadas em conta informações como habitação, benefícios e descontos, vistos e residência, acolhimento e entretenimento, desenvolvimento, clima, assistência médica, governança, oportunidade e custo de vida.

Na avaliação de Tonia Galleti, coordenadora do departamento jurídico do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados), dentre os..

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(FOLHAPRESS) – Países da América Latina como Colômbia, Equador e Uruguai estão entre os dez melhores destinos para viver após a aposentadoria, segundo o Índice Global Anual de Aposentadoria de 2022, feito pela revista norte-americana Internacional Living. O ranking é realizado há 30 anos com base em informações de centenas de colaboradores em todo o mundo, que vivem nos locais.

A lista tem 25 nações. Entre os dez primeiros nomes estão seis países da América Latina.

Veja os dez primeiros colocados:
1. Panamá
2. Costa Rica
3. México
4. Portugal
5. Equador
6. Colômbia
7. França
8. Malta
9. Espanha
10. Uruguai

Segundo a publicação, para fazer o ranking, são levadas em conta informações como habitação, benefícios e descontos, vistos e residência, acolhimento e entretenimento, desenvolvimento, clima, assistência médica, governança, oportunidade e custo de vida.

Na avaliação de Tonia Galleti, coordenadora do departamento jurídico do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados), dentre os principais pontos apontados como positivos pelos colaboradores do índice está a saúde, que passa a ser um motivo de atenção maior para os mais velhos, e é falha no Brasil.

"Embora o Brasil tenha uma saúde universal e, portanto, de acesso a qualquer cidadão, ela é muito falha nas necessidades da população idosa. A nossa proporção de investimento na saúde em razão do número da população é infinitamente menor do que todos esses países e mais alguns que passam na nossa frente."

Tailândia, Irlanda, Peru, Camboja, Malásia, Bali, Sri Lanka, Vietnã, Itália, Belize, Roatan (Ilha de Honduras), República Dominicana, Croácia, Bolívia e Nicarágua são os outros 15 países que compõem a lista.

VEJA OS DEZ MELHORES PAÍSES NA APOSENTADORIA

PANAMÁ

Localizado no Caribe, o Panamá tem clima agradável e está próximo de alguns dos principais destinos na América do Norte, como Miami, nos Estados Unidos, e Canadá, conforme aponta depoimento de colaboradores. Além disso, a facilidade em viajar pelo país, a hospitalidade dos panamenhos e a qualidade de vida, aliada à saúde, coloca-o no topo da lista mais de uma vez.

A economia é destaque, em recuperação após a pandemia.

COSTA RICA

Clima tropical, baixo custo de vida, moradores amigáveis, cuidados médicos acessíveis, boas opções imobiliárias e beleza natural fazem a Costa Rica ser o segundo melhor país do ranking de aposentadoria. Segundo os colaboradores, o local destaca-se também pela estabilidade da democracia e pela qualidade de vida. O custo de vida para um casal é de 2.500 dólares, o que dá, hoje, mais de R$ 13 mil, valor acima do teto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), de R$ 7.087,22 em 2022.

MÉXICO

Tem hoje um milhão de norte-americanos e quase um milhão de canadenses na faixa dos 50 e 60 anos. Os destaques do país são proximidade com América do Norte, clima, acesso à saúde, internet de alta qualidade, boas rodovias e bons serviços de água e luz de qualidade. Pode-se viver bem no país com cerca de 2.000 dólares por mês, o que dá R$ 10.780 hoje.

PORTUGAL

Tem se tornado um dos melhores lugares para aposentados no mundo, figurando na lista há alguns anos. Na última década, o país tem atraído alto número de brasileiros, mas o custo de vida atual pode assustar.

Entre os destaques estão a hospitalidade e as boas cidades para se viver de norte a sul do país. Além disso, há incentivos para estrangeiros, como aulas gratuitas de língua portuguesa nas escolas.

COLÔMBIA

É um dos destinos preferidos para a aposentadoria pelo clima agradável, mar do Caribe, proximidade com Estados Unidos e Canadá e baixo custo de vida.

A saúde é destaque. A OMS (Organização Mundial da Saúde) classifica o sistema colombiano como o número 22 de 191 países analisados, à frente do Canadá, que ocupa a 30ª posição, e dos EUA, na 37ª. O país tem a segunda maior biodiversidade do mundo e aceita como moradores aposentados com renda a partir de 750 dólares, o que dá R$ 4.042,50.

EQUADOR

Está entre os dez principais destinos há alguns anos. Dentre os motivos estão clima tropical, natureza exuberante, proximidade com os Andes e variedade nas opções de turismo. Um dos pontos mais altos é o custo de vida, entre 1.500 e 1.825 dólares por mês (algo entre R$ 8.085 e R$ 9.836,75).

FRANÇA

Compartilha fronteiras com 11 países e, por isso, é conhecida por sua diversidade. Quem mora no local destaca cultura, belas paisagens naturais e boa gastronomia como pontos principais para aposentados. O acesso ao sistema de saúde também é destaque. Para quem sai dos Estados Unidos, há ainda a vantagem de que o custo de vida é 34% menor.

MALTA

É um país composto por cinco ilhas, três delas habitadas, no sul da Itália, em pleno Mar Mediterrâneo. A população é de 500 mil habitantes e 15% deles são estrangeiros. O local existe há mais de 5 milhões de anos e tem peculiaridades da Europa ocidental com toques da Arábia. Os altos custos de comida e habitação são compensados pelo baixo valor do transporte.

ESPANHA

Tem mais de 300 dias de sol e um extenso litoral. O país oferece excelente assistência médica, boa infraestrutura e alto nível de segurança pessoal, segundo relatos dos colaboradores do ranking. Outro destaque é o acesso à dieta mediterrânea, com frutas e vegetais abundantes, além de peixes na alimentação.

URUGUAI

Na comparação com Brasil e Argentina, o Uruguai tem uma população pequena (3,5 milhões). As quatro estações do ano são bem definidas. Quem mora no local considera-o um dos mais democráticos da América Latina. Todos os trabalhadores têm direito a carteira assinada, férias remuneradas e assistência médica​.

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Brasil

Congresso aprova leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc em derrota de Bolsonaro

(FOLHAPRESS) – O Congresso Nacional derrubou os vetos de Jair Bolsonaro à Lei Aldir Blanc 2 e à Lei Paulo Gustavo nesta terça-feira (5) após adiamentos da votação e pressão da classe artística pela aprovação dos auxílios ao setor cultural.

A Lei Aldir Blanc 2 prevê repasses anuais de R$ 3 bilhões da União para estados e municípios, por um período de cinco anos, começando em 2023. Ela é inspirada na lei aprovada pelo Congresso em 2020 que garantiu recursos para o setor durante a pandemia, momento em que os espaços culturais fecharam completamente.

O projeto é também uma homenagem a Aldir Blanc, um dos mais importantes compositores do Brasil e autor de “O Bêbado e a Equilibrista”, que foi vítima de Covid em maio de 2020, aos 73 anos.

Já a Lei Paulo Gustavo tem caráter emergencial e destina R$ 3,86 bilhões para estados e municípios ajudarem o setor cultural a se recuperar da crise causada pela pandemia desde 2020. Da verba, R$ 2,79 bilhões seriam voltados à área audiovisual, enquanto R..

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(FOLHAPRESS) – O Congresso Nacional derrubou os vetos de Jair Bolsonaro à Lei Aldir Blanc 2 e à Lei Paulo Gustavo nesta terça-feira (5) após adiamentos da votação e pressão da classe artística pela aprovação dos auxílios ao setor cultural.

A Lei Aldir Blanc 2 prevê repasses anuais de R$ 3 bilhões da União para estados e municípios, por um período de cinco anos, começando em 2023. Ela é inspirada na lei aprovada pelo Congresso em 2020 que garantiu recursos para o setor durante a pandemia, momento em que os espaços culturais fecharam completamente.

O projeto é também uma homenagem a Aldir Blanc, um dos mais importantes compositores do Brasil e autor de "O Bêbado e a Equilibrista", que foi vítima de Covid em maio de 2020, aos 73 anos.

Já a Lei Paulo Gustavo tem caráter emergencial e destina R$ 3,86 bilhões para estados e municípios ajudarem o setor cultural a se recuperar da crise causada pela pandemia desde 2020. Da verba, R$ 2,79 bilhões seriam voltados à área audiovisual, enquanto R$ 1,06 bilhão iria para ações emergenciais.

O projeto foi apresentado pela bancada do PT em maio do ano passado e também homenageia o ator e humorista morto naquele mês, vítima de complicações da Covid.

Após a reunião de líderes da Câmara e do Senado no começo do dia, o acordo entre os parlamentares na era de que as duas decisões do presidente fossem revertidas.

O governo, no entanto, se movimentou no período da tarde para que só a Aldir Blanc passasse e que a Paulo Gustavo fosse adiada por ter impacto financeiro ainda neste ano, mas no fim do dia houve acordo para que ambas fossem votadas.

Desde segunda, atores, secretários de Cultura, produtores e outros agentes do setor mobilizaram uma agenda de debates e manifestações para pressionar que os parlamentares votassem pela derrubada dos vetos. Estão em Brasília, por exemplo, os artistas Amir Haddad, Johnny Massaro, Vera Fischer, Babu Santana e Letícia Spiller.

"Estamos aqui pelo reconhecimento de que, sem o compromisso político com direito à cultura e à arte, o nosso povo está em risco", disse Vera Fischer, em evento da Comissão de Cultura na segunda.

Neste mesmo dia, servidores de outros estados trouxeram relatos emocionados de artistas de pequeno porte que puderam colocar comida na mesa com a aprovação da primeira rodada da Lei Aldir Blanc.

Nas redes sociais, os que apoiaram a reversão da decisão de Bolsonaro subiram postagens em favor das leis com a hashtag "DerrubaVetosdaCultura" -caso das cantoras Marina Lima e Daniela Mercury.

"Tornar perene a experiencia federativa da Lei Aldir Blanc pode levar a cultura brasileira a patamares nunca antes sonhados", afirmou Fabrício Noronha, secretário de Cultura do Espírito Santo e presidente do Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Cultura. Ele também fez parte do grupo que veio à capital para articular a derrubada do veto.

"Está pavimentado um futuro na força da nossa diversidade e resistência e tudo isso no momento mais tenebroso e violento na condução da pasta no governo federal."

Noronha já havia defendido que importância da Aldir Blanc é mostrado em pesquisa recente do Observatório da Economia Criativa da Bahia, que mapeou, por exemplo, que a média de valor por projeto na Aldir Blanc é de R$ 24 mil, enquanto a da Lei Rouanet é de R$ 461 mil.

Ainda num comparativo entre as duas leis de incentivo, a região Norte recebeu 12,4% dos recursos da Aldir Blanc e o Nordeste, 31,7%. Essa porcentagem é de 1,18% e 4,19%, respectivamente, no caso da Rouanet.

Cerca de 63% dos contemplados pela Aldir Blanc, ainda segundo essa pesquisa que ouviu 2.213 participantes de 557 municípios, afirmaram que não haviam sido beneficiados com recursos públicos desde 2016.

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Brasil

‘Thor: Amor e Trovão’ tem Chris Hemsworth pelado e Tessa Thompson comemora

(FOLHAPRESS) – O trailer de “Thor: Amor e Trovão”, filme que chega agora aos cinemas, pegou a internet de surpresa quando foi lançado há alguns meses. Não porque Natalie Portman estava de volta ou pela caracterização tenebrosa de Christian Bale como o vilão Gorr, mas porque Chris Hemsworth resolveu tirar toda a roupa nele.

Quarto filme da saga “Thor”, a trama traz a primeira cena de nudez do Universo Cinematográfico Marvel, e ela é justamente protagonizada por um dos maiores sex symbols da Hollywood atual.

Nela, o protagonista vai a uma conferência de divindades presidida por Zeus para tentar organizar uma ofensiva ao vilão da vez, que tem como objetivo matar todos os deuses à sua frente. Sem levar Thor a sério, o todo-poderoso grego faz suas roupas desaparecerem, expondo completamente o personagem.

Com os braços grossos e esculturais presos por correntes cintilantes, Thor encara Zeus de forma desafiadora e arranca suspiros das moças e moços que adulam o grego. Os cabelos longos e l..

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(FOLHAPRESS) – O trailer de "Thor: Amor e Trovão", filme que chega agora aos cinemas, pegou a internet de surpresa quando foi lançado há alguns meses. Não porque Natalie Portman estava de volta ou pela caracterização tenebrosa de Christian Bale como o vilão Gorr, mas porque Chris Hemsworth resolveu tirar toda a roupa nele.

Quarto filme da saga "Thor", a trama traz a primeira cena de nudez do Universo Cinematográfico Marvel, e ela é justamente protagonizada por um dos maiores sex symbols da Hollywood atual.

Nela, o protagonista vai a uma conferência de divindades presidida por Zeus para tentar organizar uma ofensiva ao vilão da vez, que tem como objetivo matar todos os deuses à sua frente. Sem levar Thor a sério, o todo-poderoso grego faz suas roupas desaparecerem, expondo completamente o personagem.

Com os braços grossos e esculturais presos por correntes cintilantes, Thor encara Zeus de forma desafiadora e arranca suspiros das moças e moços que adulam o grego. Os cabelos longos e loiros terminam numa série de tatuagens, que por sua vez guiam os olhos às nádegas redondas. Claro, não é uma cena de nudez frontal, afinal, este ainda é um filme da Disney.

Tessa Thompson, que interpreta Valquíria, disse à reportagem que comemorou quando ficou sabendo da cena, mesmo que nem tudo estivesse à mostra. Ela, que advoga por mais nudez masculina numa indústria que normalizou apenas a feminina, diz que "essa também é uma forma de representatividade que precisamos ver mais".

"Mas foi ótimo. Ótimo de ver pessoalmente, ótimo de ver na tela. Eu não tenho reclamações", brinca a atriz, ao ser questionada sobre a cena, em que precisa esboçar uma série de reações exageradas e divertidas.

THOR: AMOR E TROVÃO
Quando: Estreia nesta quinta (7), nos cinemas
Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman e Tessa Thompson
Produção: EUA/Austrália, 2022
Direção: Taika Waititi

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Aluguel residencial cai 0,31% em junho, após alta de 0,59% em maio, afirma FGV

Os aluguéis residenciais recuaram 0,31% em junho, depois de terem subido 0,59% em maio. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 12 meses, o índice acumulou uma alta de 8,05%.O Ivar foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.
Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de um recuo de 0,26% em maio para uma elevação de 0,86% em junho. No Rio de Janeiro, o índice saiu de alta de 1,31% para queda de 0,26% no período; em Belo Horizonte, de alta de 1,97% para redução de 4..

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Os aluguéis residenciais recuaram 0,31% em junho, depois de terem subido 0,59% em maio. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Em 12 meses, o índice acumulou uma alta de 8,05%.

O Ivar foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.

Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de um recuo de 0,26% em maio para uma elevação de 0,86% em junho. No Rio de Janeiro, o índice saiu de alta de 1,31% para queda de 0,26% no período; em Belo Horizonte, de alta de 1,97% para redução de 4,12%; e em Porto Alegre, de aumento de 0,87% para queda de 0,27%.

No acumulado em 12 meses, os aluguéis avançaram 8,23% em São Paulo; 6,29% em Porto Alegre; 7,89% em Belo Horizonte; e 10,43% no Rio de Janeiro.

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