
MPMA abre inquérito para investigar falhas no transporte coletivo de São Luís Reprodução/Rômulo Martins Serra (Ônibus Brasil) O Ministério Público do Maranhão (MPMA) instaurou, nessa segunda-feira (23), um inquérito civil para apurar possíveis violações aos direitos dos usuários do transporte coletivo urbano em São Luís. A abertura do procedimento foi feita pela promotora de Justiça Lítia Cavalcanti. Os focos da investigação incluem o Município de São Luís, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (SET), os consórcios Central, Via SL e Upaon-Açu, além da empresa Viação Primor Ltda. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 O objetivo é apurar falhas na prestação do serviço, paralisações, interrupções, problemas estruturais e eventuais irregularidades relacionadas à gestão, financiamento e operação do sistema de transporte público. Entre os fundamentos do inquérito estão o caráter essencial do transporte coletivo, o direito do consumidor a um serviço público adequado, o princípio da modicidade tarifária e o dever de continuidade do serviço. Como providências iniciais, o MPMA pediu à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) e ao SET informações e documentos sobre todas as linhas do sistema de transporte coletivo, incluindo itinerários, consórcios, concessionárias e frotas; planilhas de custos do serviço; valores de subsídios tarifários pagos entre 2021 e 2026; número de novos ônibus introduzidos no sistema no mesmo período; e medidas administrativas adotadas pelo Município quanto às falhas na prestação do serviço. Também foram solicitadas ao Consórcio Via SL informações sobre a situação da empresa Expresso Rei de França e sobre os motivos das interrupções na prestação do serviço desde 2025. Última paralisação do sistema urbano durou 8 dias Após oito dias de paralisação, os ônibus que integram a frota do transporte urbano voltaram a circular após reunião com o Ministério Público do Maranhão (MP-MA), empresários e a Prefeitura de São Luís, sob a garantia do pagamento dos salários atrasados. ➡️ O acordo realizado no dia 6 de janeiro determinou que os salários atrasados dos trabalhadores do sistema urbano serão pagos integralmente até até o dia 10 deste mês. Decisão da Justiça pôs fim à greve do urbano A greve dos trabalhadores do transporte urbano de São Luís foi encerrada no dia 5 de fevereiro. A decisão foi tomada após a categoria acatar uma determinação do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região. A decisão da Justiça determinou que fosse aplicado ao sistema urbano o mesmo reajuste concedido aos rodoviários do sistema semiurbano, de 5,5%. O aumento representa cerca de R$ 151 no salário e pouco mais de R$ 49 no tíquete-alimentação. Com essa correção, a média salarial do motorista na Grande Ilha chega a aproximadamente R$ 2.900 brutos, além de R$ 900 no vale-alimentação. Além do reajuste salarial, foram mantidos os seguintes benefícios da categoria: Manutenção do plano de saúde; Plano odontológico; Seguro de vida; Exame toxicológico; Manutenção do plano de saúde; ticket nas férias e todos demais benefícios já garantidos.
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Nixon foi preso na manhã desta quarta-feira (7) — Foto: Divulgação/ PC-MA Nixon foi preso na manhã desta quarta-feira (7) — Foto: Divulgação/ PC-MA
Foi preso, na tarde desta quarta-feira (7), Nixon Richardson França, de 28 anos, no bairro da Aurora, em São Luís. Segundo a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), ele estava foragido desde o ano de 2020, após ter matado o médico Luiz Alfredo Netto Guterres Soares Júnior, morto no dia 9 de novembro de 2014, durante um assalto em sua residência.
Ainda de acordo com a PC, no momento da prisão, o condenado apresentou um RG falso do Estado de São Paulo, com outro nome, além de estar portando um carregador de pistola com 7 munições intactas.
O indivíduo foi preso durante uma ação conjunta das polícias Civil e Militar. Ele já tinha dois mandados de prisão: um expedido pela 1ª Vara de Execuções Penais de São Luís e outro pela 1ª Vara Criminal de São José de Ribamar, e segue à disposição da Justiça.
Relembre o caso 2 de 2
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