SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quando a amostra de comparação do resultado das eleições do último domingo (30) são os oito países de língua portuguesa que, ao lado do Brasil, formam a comunidade lusófona, não há consenso sobre quem seria o melhor presidente para o país –ao menos não nas urnas.
Ainda assim, a confirmação da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi recebida pela maioria dos líderes lusófonos com mensagens que transpareciam a esperança de retomar relações em parte congeladas durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).
Em três países (Portugal, Angola e Cabo Verde), o petista foi o mais votado. Em outros três (Moçambique, Guiné-Bissau e Timor Leste), o eleitorado ficou ao lado do atual presidente. Nos também lusófonos Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe não houve votação, porque o número de eleitores cadastrados é inferior a 30, cifra mínima estabelecida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para que seja aberta uma seção.
Em números gerais, a votação dos brasileiro..