Festival BR 135 Instrumental encerra programação em São Luís com diversidade de ritmos


Evento reuniu atrações com o melhor da música instrumental contemporânea. Festival BR 135 Instrumental encerra programação em São Luís com diversidade de ritmos
Terminou, nesse fim de semana, o Festival BR 135 Instrumental. O evento levou ao palco atrações de todo o país, reunindo a música tradicional com sons contemporâneos.
“O BR tem essa característica de trazer novidades pra cidade, para as pessoas conhecerem artistas que não estão nos streaming”, destacou Alê Muniz, um dos organizadores do evento.
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Da música preta para o reggae e para o tambor de crioula. O BR 135 Instrumental deu voz aos muitos estilos musicais.
“Acordar o corpo dissidente, acordar o corpo embranquecido, porque o som ele está na nossa cultura, ele está na nossa comunicação com os nossos ancestrais. Então, a proposta é essa”, disse a DJ Nany Ribeiro, uma das atrações do festival, que abriu a última noite de apresentações do festival, com a proposta peculiar de resgate da música preta, que foi um sucesso.
O palco do Festival BR Instrumental foi a Praça Deodoro, em São Luís, um espaço integrado com a arte e o comércio.
“As pessoas vêm e já sabem que tem o festival e, com o festival, já sabem que vai ter o brechó. Então eles já ficam no aguardo, esperando pra gente estar aqui e eles aproveitarem”, destacou a vendedora Aline Oliveira.
Festival BR 135 Instrumental encerra programação em São Luís com diversidade de ritmos
Reprodução/TV Mirante
Cerca de 20 atrações se apresentaram durante dois dias de evento, entre artistas maranhenses e de outros estados, como um intercâmbio cultural.
“Trazer a diversidade, a pluralidade da música do Maranhão e, ao mesmo tempo, convidar outros artistas de outros lugares, de outros estados para tocarem aqui e criar essa conexão entre os músicos locais e os músicos de outros lugares”, destacou Luciana Simões, que é uma das organizadoras do evento.
Além de boa música, arte e cultura, quem veio também levou para casa uma lembrança do festival, uma plataforma que registra todos os ambientes, em 360 graus.
“O BR 135 é um festival que valoriza, realmente, essa cultura todos os anos. E eu tô achando que a cada ano surpreende mais e esse ano não foi diferente”, afirmou a estudante Carol Martins.
O BR 135 Instrumental teve, ainda, a banda Parahyba Ska Jazz Foundation, que fez um show contemporâneo, com som marcante dos metais. E a festa foi encerrada com o clube da Guitarrada, que se apresentou com o mestre Curica e Aldo Sena, com o som bem dançante e tradicional do Pará.

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