França começa a cobrar R$ 280 por teste anticovid de quem não estiver vacinado

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A medida entra em vigor na sexta-feira da semana que vem, 15 de outubro. Até então os testes eram gratuitos na França e dispensavam receitas médicas, com exceção de visitantes estrangeiros. Profissional da saúde coleta amostra para teste de Covid-19, em Paris, na França
Christian Hartmann/Reuters
Os testes anticovid perderão sua gratuidade ​​na França a partir de 15 de outubro para franceses e habitantes maiores de 18 anos que não possam justificar a vacinação e que não tenham prescrição médica.
De acordo com o Ministério da Saúde da França, cerca de 5,9 milhões de franceses ainda não receberam nenhuma dose da vacina e, portanto, terão que desembolsar por esses exames, que até agora eram integralmente cobertos pela Seguridade Social.
A medida visa estimular a vacinação, mas também reduzir o custo com os testes, que deve bater os € 6,2 bilhões este ano, após os € 2,2 bilhões gastos em 2020, de acordo com a lei de financiamento da previdência francesa (PLFSS).
A partir de 15 de outubro, os testes de PCR, realizados em laboratórios, custarão € 44 ​​euros (cerca de R$ 280) para adultos não vacinados sem receita, segundo informações desta quinta-feira (7). Os testes antigênicos passam a custar € 22 euros (cerca de R$ 140), se forem efetuados em laboratório, e € 25 euros (R$ 160) nas farmácias.
Por último, os autotestes que normalmente são vendidos a € 5,20 euros deixarão de ser gratuitos quando realizados em frente ao farmacêutico. Existem, no entanto, exceções. "Os testes continuarão a ser reembolsados ​​por motivos médicos. Também queremos mantê-los gratuitos para menores", declarou o primeiro-ministro francês Jean Castex ao jornal econômico "Les Echos" no final de setembro.
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