
Os transplantados dizem que há semanas as medicações estão em falta na Farmácia Estadual de Medicamentos Especializados do Maranhão (FEME). Pacientes transplantados estão sem remédios que ajudam a evitar rejeição dos novos órgãos no Maranhão
Reprodução/ TV Mirante
Pacientes transplantados reclamam que estão sem acesso a medicações que ajudam o organismo a evitar a rejeição dos novos órgãos no Maranhão. Eles dizem que há semanas os remédios estão em falta na Farmácia Estadual de Medicamentos Especializados do Maranhão (FEME).
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Há um ano, o José Santos fez um transplante de fígado e precisa tomar, por dia, oito comprimidos da medicação Tacrolimo. Ele está na fila para receber o remédio há mais de 15 dias.
“Está colocando a vida da gente em risco, dependemos de um órgão [FEME] desses porque a gente não tem condições”, disse José.
Esses medicamentos são fornecidos pelo Governo Federal e é de responsabilidade das secretarias de saúde de cada estado fazer o levantamento dos pacientes, o armazenamento e a distribuição dos remédios.
Transplantados no MA estão sem remédios que ajudam a evitar rejeição dos novos órgãos
No Maranhão, a previsão dada pela FEME é de que somente no dia 29 de outubro os medicamentos serão distribuídos aos pacientes, tempo que talvez a Rosivânia Ferreira não tenha para esperar.
Ela fez um transplante de fígado há seis anos e conta que para buscar ajuda, formou com outros pacientes uma associação que se sustenta por meio de doações, já que o medicamento não é acessível para todos.
“Nós estamos vivendo de doações, da bondade dos que têm. Eu, por exemplo, não tenho mais o Tacrolimo. Eu tenho esse, que é manipulado, e ao invés de eu tomar um pela manhã e pela noite, eu estou tomando meio pela manhã e meio pela noite, e já está praticamente no final”, explicou Rosivânia Ferreira.
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Alisson Frazão/Secom Maceió
As pessoas com deficiência terão espaços exclusivos para aproveitar os shows nos dois palcos do festival Verão Massayó, no bairro de Jaraguá. O evento começa nesta quarta-feira (11) e vai até domingo (15).
No palco Minha Sereia, o espaço é um camarote acessível a cadeirantes e pessoas com outras deficiências.
Já no palco Sururu, o espaço reservado é na pista, mas na frente do palco, para que as pessoas possam curtir os shows de pertinho e sem ninguém atrapalhar.
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