
Homem acende cigarro e causa princípio de incêndio em posto de combustível em Timon O posto de combustíveis onde um homem, que não foi identificado, acendeu um cigarro durante o descarregamento de combustível e causou um princípio de incêndio foi vistoriado nessa quinta-feira (6) pelo Corpo de Bombeiros e notificado pela fiscalização. O caso aconteceu na Avenida Presidente Médici, em Timon (MA). De acordo com o Corpo de Bombeiros de Timon, o espaço externo com mesas e cadeiras, onde o jovem acendeu o cigarro, não estava previsto no projeto de combate a incêndio do posto. A corporação deu um prazo de duas semanas para que o posto regularize a situação e garanta a segurança dos clientes e funcionários. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Câmeras de segurança registraram o momento em que o homem acende o cigarro e joga o palito de fósforo no chão, provocando as chamas (veja acima). As chamas foram controladas por um funcionário com um extintor. Segundo um frentista, os funcionários orientaram os clientes a se afastarem por causa do risco durante o descarregamento de combustível. O posto possui avisos de segurança contra o fumo, como exige a legislação. De acordo com a Lei Antifumo, é proibido fumar proibido o fumo em locais coletivos fechados em todo o país, com exceção das tabacarias e dos cultos religiosos. A proibição vale para cigarros, narguilés e qualquer outro produto fumígeno. A Lei não prevê punições diretas para quem fuma. As penalidades recaem sobre o estabelecimento que permite a prática, conforme a legislação sanitária. Locais de comércio e restaurantes, por exemplo, deverão orientar os clientes sobre a lei e pedir para que não fumem, podendo chamar a polícia quando alguém se recusar a apagar o cigarro. O posto possui avisos de segurança contra o fumo, como exige a legislação Reprodução/TV Mirante Leia também: 'Faísca pode causar explosão', diz Corpo de Bombeiros sobre incêndio causado por cigarro aceso em posto de combustível no MA 'Uma simples faísca pode causar uma explosão', disse o Corpo de Bombeiros Ao g1, o tenente-coronel José Lisboa, porta-voz do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), que explicou que fumar próximo às bombas representa alto risco. “Para que um incêndio aconteça, são necessários três elementos: calor, combustível e oxigênio. Quando alguém acende um cigarro em um ambiente onde há vapores de gasolina, esses três fatores se unem. Os vapores entram em ignição com qualquer centelha. Essa movimentação faz com que os gases inflamáveis se concentrem em algumas áreas e até se desloquem com o vento. O que queima, na verdade, não é o líquido, mas o vapor que ele produz. Por isso, uma simples faísca pode causar uma explosão”, disse. Segundo o Corpo de Bombeiros, a gasolina é altamente volátil, ou seja, evapora com facilidade e libera gases e vapores inflamáveis. Esses vapores podem se acumular no ambiente e, ao entrarem em contato com fogo ou faíscas, aumentam o risco de explosões e incêndios. ➡️ De acordo com o tenente-coronel, medidas básicas de segurança que devem ser adotadas pelos postos: Durante o descarregamento de combustível, é necessário isolar a área e proibir o fumo; Equipamentos que possam gerar faíscas devem ser desligados; O caminhão-tanque precisa ser aterrado para evitar a geração de energia estática, que pode causar ignição; O local deve contar com extintores adequados e sinalização visível; É essencial que os funcionários estejam treinados para agir em situações de emergência. O tenente-coronel ressaltou que os postos precisam passar por vistorias periódicas e seguir todas as exigências do projeto de combate a incêndio. Corpo de Bombeiros notifica posto após princípio de incêndio em Timon
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O 2º Tribunal do Júri de São Luís condenou, nessa quarta-feira (13), Genilson da Silva Reis a 13 anos e seis meses de reclusão pela morte e ocultação do cadáver de Pedro Antônio Oliveira dos Santos, 27 anos, conhecido como Paula Ferraz.
Paula Ferraz era drag queen e foi morta com um disparo de arma de fogo na cabeça, no dia 16 de julho de 2020, por volta das 5h, no bairro Cohab Anil III, em São Luís.
Genilson da Silva, que está preso desde agosto de 2021 no estado de São Paulo, deve cumprir a pena em regime fechado na Penitenciária de Pedrinhas, na capital maranhense.
Compartilhe esta notícia no WhatsAppCompartilhe esta notícia no Telegram Um segundo acusado de participar do crime, ajudando a ocultar o corpo da vítima, foi inocentado pelo júri das acusações.
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