Requalificação da rampa de acesso à praça Dom Pedro II, no Centro Histórico de São Luís. — Foto: Divulgação/Sinfra-MA
Requalificação da rampa de acesso à praça Dom Pedro II, no Centro Histórico de São Luís. — Foto: Divulgação/Sinfra-MA
Após seis meses de interdição devido a um desmoronamento causado pelas fortes chuvas no mês de março, a rampa de acesso à Praça Dom Pedro II, próxima ao Palácio dos Leões, será reaberta ao público nesta quarta-feira (4).
A restauração do muro de contenção, iniciada em junho deste ano, foi concluída, conforme anunciou a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra-MA).
O desmoronamento levou à interdição do local. Após a instalação de um novo sistema de drenagem e a reconstrução do muro, com suas características originais preservadas, a rampa será novamente acessível aos veículos, com a retirada dos escoramentos e tapumes.
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A Sinfra-MA informou que foram realizados estudos no entorno dos outros muros próximos, com características semelhantes, para evitar futuros acidentes em períodos de chuvas intensas. Além disso, soluções de engenharia foram submetidas ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para garantir a preservação das características originais do local.
Relembre o caso
Via ficou interditada por conta da erosão registrada na madrugada desta quarta. — Foto: Nice Ribeiro / TV Mirante
Via ficou interditada por conta da erosão registrada na madrugada desta quarta. — Foto: Nice Ribeiro / TV Mirante
No fim do mês de março, uma erosão destruiu parte da calçada e da mureta de proteção situada às margens da Avenida Pedro II, no Centro Histórico de São Luís. O local, que dá acesso a prédio importantes, como os palácios dos Leões e de La Ravardière, sedes do Governo do Maranhão e Prefeitura de São Luís, respectivamente, além do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) e Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA), foi imediatamente interditado, e o trânsito bloqueado.
A rampa de acesso à Praça Dom Pedro II e as muretas ao redor da via foram construídas nas décadas de 1960 e 1970. A edificação compõe a área tombada pelo Patrimônio Histórico da Humanidade. O projeto de reconstrução foi aprovado pelo Iphan, garantindo a preservação do acervo arquitetônico da área.
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