VÍDEOS: AL 2 de sábado, 24 de agosto
Corpo estava com sinais de violência e vítima ainda não foi identificada. O corpo de um homem foi encontrado dentro de um igarapé às margens da rodovia BR-230, a Transamazônica, entre Altamira e Brasil Novo, no sudoeste do Pará.
A vítima foi achada na quarta-feira (11) com marcas de violência e ainda não foi identificada. A morte está sendo investigada pela Polícia Civil.
Até então, ninguém foi preso. Informações que possam ajudar nas investigações devem ser repassadas pelo Disque Denúncia, no número 181.
Érica Nascimento foi agredida no domingo (30), no final de uma partida na Copa do Trabalhador, competição realizada em Imperatriz. Árbitra agredida por goleiro faz exame de corpo de delito em Imperatriz
A árbitra de futebol Érica Nascimento, agredida durante uma partida de futebol em Imperatriz, a 629 km de São Luís, fez nessa terça-feira (2), o exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) situado na cidade.
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Segundo o delegado responsável pela investigação, Erick Feitosa, a princípio o crime é de lesão corporal dolosa, e essa lesão corporal vai ser confirmada após o laudo ser liberado pelo Instituto de Criminalística (Icrim). .
A Polícia Civil já começou a ouvir os envolvidos na agressão. A árbitra também foi ouvida em depoimento, assim como o goleiro Vicente Rodrigues, além de testemunhas, que devem ser ouvidas nos próximos dias.
A árbitra de futebol, Ana Érica Nascimento, foi agredida no domingo (3..
Em entrevista ao g1, artista plástico Ovídio Gurgel relembra histórias e perrengues vividos nas últimas quatro décadas no carnaval pernambucano. Ovídeo e a sombrinha de frevo de paetê em sua fantasia
Arquivo pessoal
Serpentinas, confetes e paetê! Os ritmos e as cores de Olinda conquistaram Ovídio Gurgel ainda na década de 80. Ao longo das últimas quatro décadas, o potiguar que vive em Alagoas há 30 anos vem acumulando histórias vividas no carnaval de Pernambuco.
Agora, após dois anos sem folia devido à pandemia da Covid, o artista plástico vibra com a expectativa de voltar ao maracatu e ao frevo das ladeiras de Olinda.
“É um convite para a celebração da vida. É um momento de olhar e rever os amigos e de também perceber que estamos aqui, que sobrevivemos a tudo isso [pandemia]. O povo está com sede de festa e a expectativa é muito grande para estar lá outra vez”, diz o folião.
As primeiras viagens a Olinda ficaram registradas na memória do folião. Na década de 80 ele ainda era estudant..
