
Caso aconteceu entre 2009 e 2012 e a decisão cabe recurso. José Feitosa da Silva não teria repassado ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) a contribuição previdenciária dos servidores. Justiça Federal em São Luís (MA) Divulgação/Justiça Federal A Justiça Federal condenou José Feitosa da Silva, ex-presidente da Câmara Municipal de Zé Doca, cidade a 302 km de São Luís, por apropriação indevida de recursos públicos que não foram repassados ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). O caso aconteceu entre 2009 e 2012 e a decisão cabe recurso. 📲 Clique aqui e siga o perfil do g1 Maranhão no Instagram A ação civil foi proposta pela Câmara Municipal na Justiça do Maranhão em 2014, entretanto, devido ao interesse da União, o caso foi enviado ao Ministério Público Federal que assumiu o caso em 2018. O órgão apontou graves prejuízos aos cofres públicos que chegam a R$ 132.276,93. De acordo com as investigações, o ex-presidente desviou valores referentes às contribuições previdenciárias descontadas dos servidores e vereadores da câmara, que deviam ser repassados ao INSS. A falta de repasse foi identificada em um procedimento administrativo fiscal, instaurado pela Receita Federal do Brasil, em 2013. Durante o processo, foram apresentados documentos que comprovam o débito, tais como o auto de infração fiscal e relatórios emitidos pela Receita Federal, comprovantes de parcelamento da dívida, além de documentos dos próprios vereadores, como diplomas e termos de posse. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Maranhão no WhatsApp Diante das provas, a Justiça Federal condenou José Feitosa da Silva a ressarcir integralmente o dano causado, à suspensão dos seus direitos políticos por 12 anos e ao pagamento de multa civil equivalente ao valor que ele obteve ilegalmente com atualização monetária. Além disso, o acusado foi proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios, incentivos fiscais ou créditos de instituições públicas, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de doze anos. A decisão também determinou o pagamento de custas processuais e honorários advocatícios fixados em 10% do valor da condenação.
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Preso suspeito de abusar sexualmente da própria sobrinha no interior do MA; crime foi praticado há 9 anos — Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão Preso suspeito de abusar sexualmente da própria sobrinha no interior do MA; crime foi praticado há 9 anos — Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão
Um homem, de 37 anos, foi preso pela Polícia Civil do Maranhão, na manhã dessa terça-feira (30), suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável, tendo como vítima a própria sobrinha do investigado.
O crime foi praticado há cerca de 9 anos, quando a vítima tinha 14 anos de idade, na cidade de Cândido Mendes, a 340 km de São Luís.
Segundo as investigações, os abusos eram praticados sempre mediante ameaças, na residência da avó materna da vítima.
Neste ano, a vítima decidiu denunciar os abusos sofridos à polícia, que diante da denúncia e dos indícios de crime, pediu ao judiciário a prisão do suspeito.
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Manifestantes interditam acesso da BR-135 em São Luís
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Manifestantes interditam acesso da BR-135 em São Luís — Foto: Polícia Rodoviária Federal Manifestantes interditam acesso da BR-135 em São Luís — Foto: Polícia Rodoviária Federal
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Compartilhe esta notícia no WhatsAppCompartilhe esta notícia no Telegram Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os manifestantes bloquearam o Km 12 da BR-135 nos dois sentidos da rodovia. Os manifestantes cobram das autoridades respostas ligadas às questões agrárias.
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