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Dirceu pede ao Supremo perdão por pena no julgamento do mensalão

Pedido foi baseado em decreto de Dilma que concedeu indulto a presos.
Apesar de prisão na Lava Jato, defesa diz que ele não tem faltas graves.
O ex-ministro José Dirceu na sede da Justiça Federal em Curitiba (PR) (Foto: Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)

A defesa do ex-ministro José Dirceu protocolou nesta segunda-feira (1º) no Supremo Tribunal Federal (STF) pedido para extinguir a pena que recebeu no julgamento do mensalão, com base em decreto da presidente Dilma Rousseff do final do ano passado que concedeu perdão a presos de todo o país que se enquadram em alguns requisitos (leia mais abaixo).

Condenado a 7 anos e 11 meses por corrupção ativa no processo do mensalão, Dirceu foi preso em novembro de 2013 já no regime semiaberto, com permissão para trabalhar fora. Em novembro de 2014, passou para o regime aberto com prisão domiciliar.

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Após visita, MPF diz que cela de Pizzolato tem condições ‘adequadas’

Acompanhamento da pena é parte do compromisso com a Justiça italiana.
Condenado no mensalão, ex-BB foi extraditado da Itália para o Brasil.

Pizzolato acompanhado por policiais da PF após ser
extraditado(Foto: Reprodução/GloboNews)

O Ministério Público Federal (MPF) realizou nesta terça-feira (19) vistoria no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e considerou “adequadas” a cela e as demais instalações usadas pelo ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no julgamento do mensalão em 2012 e extraditado da Itália para para o Brasil em outubro do ano passado.

A vistoria é parte do compromisso assumido pelo Brasil com a Itália de acompanhar o cumprimento da pena de Pizzolato.
À Justiça Italiana, a defesa do ex-diretor do BB havia argumentado contra a extradição afirmando que as cadeias no Brasil apresentam condições “degradantes”, que violam o princípio da dignidade humana. Apesar disso, o Conselho de Estado da Itália, última instância da ju..

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extraditado(Foto: Reprodução/GloboNews)

O Ministério Público Federal (MPF) realizou nesta terça-feira (19) vistoria no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e considerou “adequadas” a cela e as demais instalações usadas pelo ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no julgamento do mensalão em 2012 e extraditado da Itália para para o Brasil em outubro do ano passado.

A vistoria é parte do compromisso assumido pelo Brasil com a Itália de acompanhar o cumprimento da pena de Pizzolato.
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Marcos Valério está disposto a fazer delação na Lava Jato, diz advogado

Valério foi condenado a 37 anos de prisão no processo do mensalão do PT.
PGR quer descobrir elos entre o mensalão e o esquema na Petrobras.
Marcos Valério em depoimento à CPI dos Correios,
em 2005 (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

A defesa de Marcos Valério, apontado no julgamento do mensalão do PT como o operador do esquema, informou nesta segunda-feira (11) que ele está disposto a fazer um acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. Segundo o advogado Marcelo Leonardo, o Ministério Público Federal (MPF) quer ouvi-lo para descobrir elos entre o mensalão e o esquema investigado na Lava Jato.

Marcelo Leonardo informou que foi procurado por procuradores do MPF que manifestaram interesse em ouvir Valério sobre um empréstimo de R$ 12 milhões que o pecuarista José Carlos Bumlai pegou no banco Schahin. Parte do dinheiro, depois, foi para caixa 2 do PT, segundo o Ministério Público Federal. Bumlai foi preso pela Lava Jato no final de 2015.

Em troca deste financiamento, empr..

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em 2005 (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

A defesa de Marcos Valério, apontado no julgamento do mensalão do PT como o operador do esquema, informou nesta segunda-feira (11) que ele está disposto a fazer um acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. Segundo o advogado Marcelo Leonardo, o Ministério Público Federal (MPF) quer ouvi-lo para descobrir elos entre o mensalão e o esquema investigado na Lava Jato.

Marcelo Leonardo informou que foi procurado por procuradores do MPF que manifestaram interesse em ouvir Valério sobre um empréstimo de R$ 12 milhões que o pecuarista José Carlos Bumlai pegou no banco Schahin. Parte do dinheiro, depois, foi para caixa 2 do PT, segundo o Ministério Público Federal. Bumlai foi preso pela Lava Jato no final de 2015.

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STF deixa para fevereiro decisão sobre indulto a Delúbio, Cunha e Queiroz

Para Lewandowski, não há urgência para decidir casos durante o recesso.
Pedidos de cinco condenados no mensalão serão analisados por Barroso.
O presidente do STF, Ricardo Lewandowski
(Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

O presidente do Supremo Tribunal Federalx (STF), ministro Ricardo Lewandowskix, resolveu deixar para fevereiro a decisão sobre pedidos de indulto (perdão da pena) feitos pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e pelos ex-deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e Romeu Queiroz (PTB-MG), todos condenados no processo do mensalão do PT. Os pedidos de indulto haviam sido repassados a Lewandowski porque ele está à frente do plantão judiciário durante o recesso do tribunal.
No dia 31 de dezembro, o presidente da Suprema Corte tomou a mesma decisão em relação a pedidos protocolados pelo ex-deputado Pedro Henryx e pelo advogado Rogério Toletino. Na visão do magistrado, não havia urgência para decidir sobre os pedidos durante o recesso, sobretudo considerando que eles já estão em l..

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(Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

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No dia 31 de dezembro, o presidente da Suprema Corte tomou a mesma decisão em relação a pedidos protocolados pelo ex-deputado Pedro Henryx e pelo advogado Rogério Toletino. Na visão do magistrado, não havia urgência para decidir sobre os pedidos durante o recesso, sobretudo considerando que eles já estão em l..